Exposições
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Quem hoje visita o Alentejo depara-se com alterações profundas, fruto da dinâmica introduzida pelo Projeto de Alqueva.
A EDIA, enquanto entidade que tem por objetivo conceber, executar, construir, explorar e promover o Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva, tem vindo a garantir que todas as etapas são implementadas de forma sustentada e em respeito pelas preocupações ambientais e patrimoniais.
Na vertente de Património Cultural, área onde efetuou um considerável investimento financeiro em cerca de 2 mil intervenções arqueológicas, permitiu trazer à luz do dia inúmeros vestígios arqueológicos preservados no subsolo e, grande parte deles, desconhecidos da comunidade científica. Vestígios identificados no âmbito dos processos de Avaliação de Impacte Ambiental, mas principalmente durante os trabalhos de mobilização de terras, em contexto de obra.
Por forma a promover uma rápida atuação perante estes indícios arqueológicos, a EDIA tem vindo a garantir a presença no terreno, de técnicos especializados, que procedem à implementação das medidas de minimização adequadas a cada caso (escavações arqueológicas e registos diversos), das quais se destacam as publicações técnicas com os relatórios das intervenções realizadas.
É uma parte do resultado destes trabalhos que a EDIA, através do Museu da Luz, em parceria com a Câmara Municipal de Mora, apresenta agora nesta exposição temporária no Museu Interativo do Megalitismo

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Exposição focalizada na história recente da aldeia da Luz, em particular no período da mudança motivada pela barragem do Alqueva.

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Quem hoje visita o Alentejo depara-se com alterações profundas, fruto da dinâmica introduzida pelo Projeto de Alqueva.
A EDIA, enquanto entidade que tem por objetivo conceber, executar, construir, explorar e promover o Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva, tem vindo a garantir que todas as etapas são implementadas de forma sustentada e em respeito pelas preocupações ambientais e patrimoniais.
Na vertente de Património Cultural, área onde efetuou um considerável investimento financeiro em cerca de 2 mil intervenções arqueológicas, permitiu trazer à luz do dia inúmeros vestígios arqueológicos preservados no subsolo e, grande parte deles, desconhecidos da comunidade científica. Vestígios identificados no âmbito dos processos de Avaliação de Impacte Ambiental, mas principalmente durante os trabalhos de mobilização de terras, em contexto de obra.
Por forma a promover uma rápida atuação perante estes indícios arqueológicos, a EDIA tem vindo a garantir a presença no terreno, de técnicos especializados, que procedem à implementação das medidas de minimização adequadas a cada caso (escavações arqueológicas e registos diversos), das quais se destacam as publicações técnicas com os relatórios das intervenções realizadas.
É uma parte do resultado destes trabalhos que a EDIA, através do Museu da Luz, em parceria com a Câmara Municipal de Mourão, apresenta agora nesta exposição temporária, patente ao publico até finais de setembro de 2019.

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Esta exposição temporária, “Terra a Três”, tem o apoio da Direção Regional de Cultura do Alentejo e nasceu de um desafio colocado ao fotógrafo António Cunha, ao poeta Martinho Marques e ao artista plástico Jorge Humberto (Joh), quando o Museu da Luz considerou como seria interessante interligar várias áreas da Arte com o foco no mesmo tema.
Esse foi o repto colocado aos três artistas para que, a partir do elemento de contacto a trabalhar, a terra, fosse possível colocar em diálogo as múltiplas perspetivas sobre a mesma temática.
Recorde-se que o Museu da Luz nasceu da necessidade em preservar a memória de uma aldeia, a aldeia da Luz, submersa pelas águas de Alqueva. É este Museu o “fiel depositário” do espólio ancestral de usos e costumes, tradições e utensílios, que fizeram a história de uma aldeia. Mas é, sobretudo, um espaço projetado para o futuro e para a sedimentação de uma nova aldeia

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