Exposições
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Exposição de Temática Permanente
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Exposição focalizada na história recente da aldeia da Luz, em particular no período da mudança motivada pela barragem do Alqueva.
Objetos do passado, pertencentes à coleção etnográfica do museu e doados pelos habitantes da Luz, representam os ofícios ancestrais que ligavam os homens à terra e aos recursos naturais.
Estes objetos relacionam-se com o trabalho rural e dão enquadramento ao documentário 'A minha aldeia já não mora aqui', de Catarina Mourão, e a apontamentos audiovisuais produzidos na época.

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Exposição Temporária de Longa Duração
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No ano em que se comemora o vigésimo aniversário da nova aldeia da Luz, esta exposição representa uma homenagem comemorativa da antiga aldeia da Luz, resultante de um trabalho persistente e minucioso de Horácio Guerra que, durante anos, recolheu informação de várias fontes até começar a criar a base sobre a qual construiu uma maqueta à escala aproximada de 1/100, o mais fiel possível, da velha Luz.

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Como diz a canção “ Se fores ao Alentejo, vai, vai, vai, vai, vai…” e Duarte Botelho por cá ficou...
Apaixonado pelo Alentejo, com o apoio da E.D.I.A. e do Museu da Luz, apresenta a exposição individual de pintura com enfoque em temas no património arquitetónico alentejano, apresentando também temas de outros pontos do país, incluindo das Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores.
Tendo iniciado o curso de pintura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, transitou posteriormente para o Departamento de Arquitetura em que foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e se licenciou em 1978.
Com um tratamento rigoroso da arquitetura e a utilização de harmonias cromáticas vibrantes, chama a atenção para a riqueza do nosso património histórico-arquitetónico.
Os seus trabalhos têm tido uma ampla aceitação e divulgação internacional, sobretudo através dos canais institucionais dirigidos a um turismo de cariz cultural.
É membro da Sociedade Nacional de Belas Artes, da Sociedade Portuguesa de Autores e da Ordem dos Arquitetos.

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Quem visita hoje o Alentejo depara-se com alterações profundas que não esperaria que fossem tão significativas. O elemento que alavanca este processo de transformação é Alqueva. Com este projeto observa-se claramente um antes e um depois em vários domínios, com destaque para a componente agrícola.
O território de Alqueva está hoje em constante transformação e modernização.
A água de Alqueva disponibilizou a este território um leque de novas oportunidades em que o binómio tradição versus modernidade ainda está presente, mas o investimento e a inovação pretendidos para o Alentejo estão a transformar o espaço tornando-o uma terra de modernidade.
E é sobre estas transformações que estão a acontecer no espaço Alqueva que nos remete a nova exposição do Museu da Luz.

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Quem hoje visita o Alentejo depara-se com alterações profundas, fruto da dinâmica introduzida pelo Projeto de Alqueva.
A EDIA, enquanto entidade que tem por objetivo conceber, executar, construir, explorar e promover o Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva, tem vindo a garantir que todas as etapas são implementadas de forma sustentada e em respeito pelas preocupações ambientais e patrimoniais.
Na vertente de Património Cultural, área onde efetuou um considerável investimento financeiro em cerca de 2 mil intervenções arqueológicas, permitiu trazer à luz do dia inúmeros vestígios arqueológicos preservados no subsolo e, grande parte deles, desconhecidos da comunidade científica. Vestígios identificados no âmbito dos processos de Avaliação de Impacte Ambiental, mas principalmente durante os trabalhos de mobilização de terras, em contexto de obra.
Por forma a promover uma rápida atuação perante estes indícios arqueológicos, a EDIA tem vindo a garantir a presença no terreno, de técnicos especializados, que procedem à implementação das medidas de minimização adequadas a cada caso (escavações arqueológicas e registos diversos), das quais se destacam as publicações técnicas com os relatórios das intervenções realizadas.

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Ao passarem 20 anos sobre a inauguração da barragem de Alqueva e sobre o processo de submersão e subsequente projeto de minimização de impacto patrimonial do vários sítios arqueológicos, o Museu da Luz inaugura uma exposição consagrada ao arqueossítio do Castelo da Lousa, classificado como Monumento Nacional. Embora submerso, o Castelo da Lousa e o espólio resultante das escavações anteriores à sua submersão continuam a ser alvo de constantes estudos. Esta exposição é a mais recente revisão histórica, arqueológica e de investigação sobre este sítio arqueológico.

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